Conto de Super-Heroína.

Era mais um dia normal.
A jovem Linda passeava pela rua, aproveitando para comprar algumas roupas. Sua beleza naturalmente chamava a atenção de todos que passavam, principalmente dos homens. Quem não desejaria uma jovem loira, no auge da forma?
Mas então Linda ouve alguma coisa.
Algo que só ela é capaz de ouvir.
Ao longe, uma criança chora por socorro. Um choro de desespero.
Ninguém ali na rua vê qualquer coisa, mas a Linda já desapareceu da vista de todos. E no alto, a Supergirl voa em direção ao chamado de socorro.
****
Supergirl chega em uma sala, em um galpão abandonado.
Tem certeza que o choro veio daqui, mas agora não consegue ver nem ouvir nada. Está em uma sala simples, com muitas tralhas jogadas, típicas de empresas que faliram e deixaram tudo para trás.
Olhando com mais atenção, percebe três enormes cofres na parede. E ao tentar olhar, percebe que sua visão de raio-x não está funcionando.
É neste momento que ela ouve uma gargalhada atrás dela. Se vira e se depara com um homem usando uma máscara preta.
– Vejam só quem apareceu – diz o homem.
– Quem é você?
– Não sou ninguém minha querida. Sou só um homem simples, que queria te ver.
– Não me venha com papo furado. Ouvi uma criança chorando, e sei que não se tratava de uma gravação. Havia uma criança aqui desesperada!
O homem gargalha.
– Sim, havia. E ainda há. Dentro de um destes cofres, estrategicamente revestidos com chumbo, há uma criança que eu sequestrei na escola.
– Você tem coragem de me confessar isso? Não quer nem mesmo disfarçar?
– Não há porque. Sou um pobre homem, você é a super heroína mais poderosa da Terra. Não adianta querem me enganar, você pode descobrir tudo e acabar comigo estalando os dedos.
A heroína se aproxima, com a cara zangada.
– O que me impede de quebrar seu pescoço aqui mesmo?
– Um fato simples. Se o fizer, não saberá onde está a criança. E ela tem menos de meia hora de ar.
– Posso arrebentar estes cofres facilmente.
– Mas tem outro fato curioso. Se o fizer, acionará a bomba que está dentro do cofre, e a criança morrerá!
– Seu desgraçado! O que quer afinal?
– Eu quero você, minha cara.
– Como é?
– Eu quero você. Quero chupar seus peitos, lamber suas pernas, enfiar meu pau nesta sua buceta até você gritar como uma cava.
– Como ousa? Vou te matar seu desgraçado!
O homem gargalha.
– Não duvido. Mas veja bem, eu perdi meu emprego e devo muito dinheiro a gente perigosa. Minha mulher me enxotou de casa, e não tenho mais amigos. Não tenho parentes nem ninguém que sinta a minha falta. Honestamente, não pretendo viver mais do que hoje mesmo. Logo, só quero partir com estilo. E para isso quero ter o prazer de enrabar a mulher mais linda e poderosa do mundo.
– Você é nojento!
– Sim, sou. E a criança só tem vinte e oito minutos de ar.
Supergirl fica paralisada um tempo. Fecha os olhos, tentando encontrar uma saída para aquela situação. E enquanto isso o homem se aproxima por trás e encosta seu membro nela. Está duro.
– Você é muito gostosa. E vai ficar paradinha, não é?
A moça não responde. Apenas deixa seu belo corpo ser tocado. Ele levanta sua blusa, o suficiente para expor seus seios, e começa a massageá-los. Passa a mão debaixo de sua saia, tocando-a em sua intimidade.

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– Que presente maravilhoso!
O homem esfrega mais, enquanto sua bela antagonista continua parada, segurando as lágrimas.
– Que tal você se ajoelhar e chupar meu pau?
– Como?
– Vamos lá. Chupe. Temos só vinte e cinco minutos.
Ela se ajoelha e pega o membro do homem. Ele pode ser um derrotado na vida, mas com certeza tem motivos para se orgulhar de seu membro. Algo enorme, obsceno. Mal cabe dentro de sua boca de menina. Mas ela chupa, usando sua língua para massagear a cabeça do pau.
– Nossa minha cara! Que delicia!
Ele segura os cabelos dela e aperta a cabeça contra seu pênis. Sente a boca molhada engolindo seu pau, como uma menina chupando um sorvete.
– Chupa cadela!
Ela chupa mais rápido. Mais rápido. Usa sua supervelocidade para chupar como um vibrador, causando sensações que aquele homem jamais imaginou existir.
E goza, como um vulcão em erupção. Enche a boca da heroína com seu líquido branco e viscoso.
– Agora engole.
A moça fica olhando para ele, com os olhos arregalados.
– Temos dezoito minutos. Engole!
E ela engole.
Faz uma cara de repugnância, mas engole.
– Muito bem. Agora abre as pernas. Isto, boa menina!
A moça deita, com a barriga para cima, com as pernas abertas. Jamais fora invadida por um membro tão grosso.
Ela tenta segurar, mas quando as paredes de sua vagina são tocadas, deixa extravazar um gemido.
– Você gosta, sua vadia!
Ela começa a chorar, mas aceita o que tem que aguentar. Sente o enorme instrumento entrando e saindo, com força. Uma peça dura, que tem um efeito devastador.
– Que buceta gostosa! O Superhomem e o Batman devem adorar, não é? Admita, você é a putinha deles, não é?
E enfia. Com mais força, cada vez mais rápido. Ela chora, mas entre os soluços geme.
O cara retira o pau.
– De quatro.
– Por favor, nu cú não!
– Vira de quatro! Temos oito minutos só!
Ela chora, mas obedece.
É a mulher mais poderosa da Terra. Pode destruir um exército apenas com um sopro. Pode destruir a Lua com um soco. Pode chegar do outro lado da galáxia em um dia.
Mas não consegue evitar ter seu anus virgem ser penetrado. Tudo porque tem muitos poderes, mas também tem seu voto de proteger os habitantes do planeta que a acolheu.
Dói. Sua pele é capaz de resistir a um míssil, mas aquele pênis machuca.
Machuca mas trás algo a mais.
Ele dá um tapa em sua bunda e penetra, usando toda a sua força.
Puxa seus cabelos e força mais.
E os dois gritam, ao mesmo tempo.
Supergirl desaba no chão, tendo um orgasmo poderoso, enquanto sente um liquido branco saindo de seu anus.
O cara desaba também.
Por um minuto, os dois estão no chão, sem ar.



Então a moça se levanta, recompondo seu uniforme, e diz:
– Muito bem seu tarado, fiz minha parte. Onde está a criança?
– No primeiro cofre. É só puxar, ele está aberto.
– Como é?
– Sim, confiei no seu senso de justiça. Sabia que você não arriscaria a vida de uma criança.
– Eu vou te matar!
Ele ri.
A heroína vai até o cofre e abre a porta.
Lá está um menininho, com o olhar assustado. Em sua mão um carrinho de plástico.
Ela pega o menino no colo, e logo sente ele pesado. E em poucos segundos, aquela criança está pesada demais para seus braços. E então ela percebe: dentro do carrinho há uma pedra de kriptonita!
O homem a pega novamente, mas agora com muita facilidade. Pega uma corda e começa a amarrá-la.
– Se foi tão bom, acho que devemos repetir!
E a pobre heroína, tendo sua força drenada, não consegue resistir.
Será um longo dia…

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Category: contos