Conto de Bondage.

Vanessa é uma repórter.
Ela é dedicada, profissional, muito curiosa e extremamente gostosa.
Uma combinação perigosa…
Já faz algum tempo que ela repara na estranha casa do final da rua. É uma casa enorme, com certeza a maior casa da rua, mas o que acontece ali é um mistério. Alguns dizem que mora uma vampira ali, outros que é mal assombrada. Vanessa sabe que é exagero, ela já viu a dona saindo, uma mulher bonita, sempre vestindo roupas de couro. Mas nunca conseguiu falar com ela.
Hoje resolve descobrir.
Fica espionando, até a misteriosa mulher sair com seu carro. Olha em volta, a rua está tranquila. O muro não é alto e ela pula, entrando no interior do casarão.
O jardim é grande, e bem cuidado. Ela rodeia a casa, esperando achar uma brecha. Encontra a janela da cozinha aberta, nos fundos da casa.
Sabe que não deveria fazer o que está prestes a realizar, mas sua curiosidade é mais forte.
Pula a janela.
A cozinha é grande, como era de se esperar em uma casa daquele tamanho. Vai até a sala, e se depara com outro ambiente espaçoso, e estranhamente bem arrumado. Para quem imaginava uma masmorra, se decepcionou.
Porém ela vê uma escada que leva para baixo. Seu senso do perigo a avisa para não prosseguir, mas ela desce assim mesmo.



No andar inferior, aí sim encontra a masmorra.
Um ambiente escuro, iluminado por uma luz fraca, com correntes penduradas pelas paredes e tetos. O tipo de lugar que é bom você não entrar.
Vanessa não se aguenta e começa a bater fotos. Sabe que não pode simplesmente fazer uma matéria sobre aquilo, não sem a autorização da dona, mas sua vontade de registrar aquilo é forte demais.
Forte demais, como o abraço que recebe por trás, enquanto uma mão tapa a sua boca. Por trás, no seu ouvido, vem um sussurro suave, sedutor, de uma mulher poderosa:
– O que temos aqui? Uma gatinha curiosa!
– MMMMRRRFFFF!
– Você disse alguma coisa? Ah coitadinha, acho que você não consegue falar nada. Tudo bem, eu sei o que você quer minha querida. E eu estou aqui para te dar tudo que você desejar!
Vanessa tenta se soltar, mas a mulher é bem maior e mais forte.
– Você vai se divertir bastante comigo minha gatinha curiosa! Mas antes vamos tirar esta roupa, que está atrapalhando.
A mulher agarra os pulsos de Vanessa e os prende em uma algema, que desce por uma corrente do teto. Depois aciona algum mecanismo que faz a corrente subir, suspendendo Vanessa.
– Por favor, eu juro que não queria fazer nada demais!
– Não precisa ter medo minha gatinha curiosa!
A mulher retira o vestido que Vanessa usa, e após isso sua roupa de baixo. Vanessa repara na dona da casa. Uma morena bem alta, e está usando uma roupa toda de couro, bem ao estilo sado masoquista.
Não diz mais nada. Está tremendo de medo.
A dominatrix prende outras algemas nos tornozelos dela e suspende, arqueando seu corpo um pouco para frente.
– Que gatinha bonitinha – diz a mulher, passando suas mãos pelo corpo de Vanessa.
– Por favor…
– Shuuuu! Não diga nada gatinha! Vamos brincar, você vai ver como é gostoso!
Vanessa está com medo, mas não diz mais nada. Sabe que gritar ali é inútil, está no porão e o som será abafado. Sente as mãos firmes da dominatrix explorando seu corpo macio, apalpando-a gentilmente.
– Você é muito bonita – diz a dominatrix.
– Você também.
A mulher vai atrás dela e coloca um pênis de plástico em sua virilha. Em seguida penetra em sua prisioneira, suavemente, enquanto puxa seus cabelos.

post 125

Vanessa sente medo, mas também solta um gemido de prazer. Aquela mulher sabe como tocá-la, de uma maneira que homem nenhum já tocou antes.
– Muito bem gatinha, hora de ronronar!
Começa a penetrar com mais vigor. Suas mãos apalpam os seios pequenos mas firmes de sua prisioneira, massageando-os com perícia.
Vanessa geme, cada vez mais alto.
A dominatrix também geme. Dá um tapa na bunda de Vanessa, agarra sua cintura. E aumenta a pressão. Percebe que seu brinquedo começa a ficar cada vez mais lambuzado, lubrificado.
Aperta forte os peitos de Vanessa e a puxa em sua direção. Penetra até o fim. Vanessa grita, em um orgasmo poderoso.

E depois quase desmaia, exausta.
– Que gatinha afoita!
****
Minutos depois Vanessa está na sala. Está vestida novamente, e tomando um suco.
Sua dominadora está ao seu lado, com vestes mais normais.
– Então você quer fazer uma matéria sobre a minha casa?
– Sim, sempre tive curiosidade de conhecê-la.
– Não há problema. Podemos marcar. Podemos marcar vários dias.
– Mas é rápido, tenho apenas algumas perguntas.
– Ah minha gatinha curiosa, mas não é assim que funciona. Eu irei responder todas as suas perguntas, mas apenas uma por dia. E hoje já deu a cota, quando você me perguntou se eu ia te soltar. Terá que voltar amanhã. E depois, e depois, enquanto tiver perguntas.
Vanessa engole seco. Mas não é de medo, e sim de ansiedade.
– Tudo bem, retorno amanhã.
E antes de saírem, a dominatrix a agarra e lhe dá um beijo na boca.
– Mal posso esperar.

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Category: contos