Conto de Bondage.

Pedro e Paulo estão escondidos atrás do carro, espreitando.
O estacionamento está relativamente deserto, afinal não há muito movimento depois das oito horas.
– Lá vem ela – sussurra Pedro.
– Fica quieto e faz a coisa direito! – responde Paulo.
Os dois observam Leila, a estonteante professora de aeróbica, retornando para o seu carro. Uma mulher alta, vigorosa, bem malhada. Caminha com um rebolado muito sensual, usando sua calça de ginástica e uma camiseta um pouco suada. Os dois rapazes estão nervosos, pois o que vão fazer não é exatamente algo legal.
Legal do ponto de vista da lei.
Assim que a mulher passa por eles os dois saltam em cima dela. Pedro está com uma injeção, e a aplica no pescoço da instrutora, enquanto Paulo segura seus braços.
– Segura ela, porra! – diz Pedro.
– Estou tentando, a mulher é forte!
A instrutora não diz nada, mas luta bravamente. Pedro, após aplicar a injeção, ajuda a segurar a mulher até o tranquilizante fazer efeito.
– Cara, esta mulher é dura na queda! Era para ter derrubado ela em dez segundos!
– Para de reclamar e segura ela porra!
A mulher luta muito. Não fosse o tranquilizante, que aos poucos mina a sua força, ela talvez conseguisse escapar. Mas após trinta segundos, está inconsciente.
****
Quando acorda, a instrutora se vê amarrada em uma cadeira, em uma casa escura.
Os dois rapazes estão do seu lado, contemplando seu corpo. Não demora e ela percebe que está nua.
Pedro se aproxima, salivando.
– Cara, olha que mulher deliciosa!
– Calma doidão! Já falei que vamos brincar com ela ao mesmo tempo. Nada de tocar nela até eu voltar!
Pedro está com as mãos em cima dos seios grandes e volumosos. Se vira para o amigo:
– Nem uma casquinha? Só um beliscãozinho ou uma cóceguinha na barriguinha!
– Tá bem, mas nada de enfiar este seu brinquedo nela até eu voltar! Vou fazer as compras, para ficarmos tranquilos aqui por uma semana sem ninguém para nos encher o saco!
O rapaz sai. Pedro fica olhando para sua prisioneira.
– Uma semana minha cara! Mas você vai adorar, tenho certeza. Prometo que não a machucaremos. Claro, desde que você colabore!
Por fim, a mulher diz sua primeira palavra desde que acordou:
– Uma semana? Hum…
****
Paulo retorna.
Trás um saco de comida nas mãos.
Olha para a sala, e não encontra Pedro. Mas sua prisioneira ainda está lá, mas por alguma razão está coberta por um lençol.
– Porra, o que este cretino fez…



Paulo vai até a cadeira e puxa o lençol. E, para sua surpresa, encontra Pedro amarrado na cadeira, com uma mordaça.
– MMMMRRRFFF!!!
– Mas que porra aconteceu aqui?
– Eu digo o que aconteceu. Vocês amarram pessoas tão bem quanto constroem aviões. Mas não se preocupe, sou uma instrutora, meu objetivo é ensinar. E irei ensinar como fazer nós em que a pessoa não escapa.
Paulo joga o saco no chão e se prepara para lutar. Mas não tem a menor chance. A mulher torce seu braço, joga-o no chão e em pouco tempo ele está preso.
****
A luz é acesa.
A instrutora entra na sala, mas agora não está mais nua. Usa uma roupa de couro, de dominatrix.
Pedro e Paulo estão no meio da sala, pelados, um de costas para o outro, com os tornozelos amarrados um no outro. Os braços também estão amarrados juntos, por cordas que descem do teto, deixando os dois em posição de crucificação.
– Agora vai começar a aula.
– O que vai fazer com a gente? – diz Paulo.
A mulher se aproxima e agarra o pênis dele. Masturba um pouco e logo está duro. Faz o mesmo com Pedro, que está com os olhos arregalados de medo.
– Vamos brincar bastante. Por uma semana.
– Olha, desculpe novamente, não íamos fazer nada demais. Era só uma brincadeira!
– Mas é o que será. Uma brincadeira! Agora me chupa!
A instrutora vira a bunda para Paulo, que começa a lamber a bunda dura dela. Jamais havia lambido uma bunda tão redonda e definida. A mulher gargalha.

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– Isto, chupa gostoso! Lambe bem! Deixa encharcado! Depois vou esfregar tudo na cara do seu amigo!
Paulo lambe por um tempo, até sentir a língua cansada. A instrutora sai e cumpre a promessa. Vai até Pedro e esfrega suas nádegas escorregadias na cara de Pedro. Depois se agacha e se esfrega no pau dele, endurecido.
– Agora vamos brincar diferente. Você vai gozar, e eu vou esfregar na cara dele!
– Não, por favor! – grita Paulo.
A mulher gargalha, e diz:
– Querido, a delicia de brincarmos de bondage é esta. Não me importa o que você quer, e sim o que eu quero. Eu sou a rainha aqui! E eu farei com vocês tudo o que eu quiser! E acredite, isto é só o começo!
Ela rebola com força, e espreme o pau do rapaz entre seus glúteos. O rapaz grita, mas logo ejacula, tingindo a roupa escura dela de branco.
– Desculpe amigo, tentei – diz Pedro.
– Você é um inútil!
– Parem de brigar rapazes. Não gosto de meus brinquedos brigando!
Ela para entre eles e começa a fazer cócegas nas axilas deles. Os dois começam a se contorcer e a gritar:
– HAHAHAHAHAHAHAHAHA! – Para!
– HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
– Isto, quero vê-los rindo!
E continua mais um tempo, até Paulo se urinar.
– Que menininho levado! Fez xixi onde não deve! Vai levar uma lição. E seu amiguinho também vai, para aprender!
Ela vai até o canto da sala e retorna com uma vareta. Ri, e começa a bater no peito deles, devagar, mas o suficiente para arder.
Os dois gritam, agora de dor.
– Ah meus queridos! Vai ser uma semana muito legal…

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Category: contos